sexta-feira, 6 de maio de 2011

Solicite Já Sua Carteira de Estudante!

Atenção alunos da UFPB, em especial do campus IV, o site do DCE-UFPB para a solicitação da carteira de estudante já esta pronto (www.carteiradceufpb.com). Abaixo segue como deverão proceder:

- Preenche o formulário e envia uma foto digitalizada;
- Imprime o formulário e paga R$ 7,00 em uma sede do DCE munido da Declaração do Curso ou Horário Individual carimbado;

Ao contrário do que andam falando, nossa carteira valerá tanto nos transporte estaduais quanto nos municipais (João Pessoa). Estamos respaldados, a nível estadual, pelo DECRETO Nº 32.119, DE 04 DE MAIO DE 2011 e em João Pessoa pela LEI N.º 10.416, DE 30 D E DEZEMBRO DE 2004.

Até segunda-feira estaremos disponibilizando o horário de funcionamento do DCE que será provisóriamente no CA de Ecologia (Bloco dos CAs).

Denuncie entidades que cobram valores abusivos! Carteira legal é carteira barata!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

DCE/UFPB iniciará confecção de Carteiras

Finalmente!

O governador Ricardo Coutinho assinou hoje o decreto que credencia o DCE/UFPB a confeccionar carteiras de estudantes. Amanhã o decreto será publicado e estamos colocando o site de solicitação no ar em breve.

A solicitação funcionará da seguinte forma:

- O aluno vai até o site www.carteiradceufpb.com preenche os dados e envia uma foto;
- Imprime o formulário certificado que os dados estão corretos;
- Vai a sede do DCE e paga R$ 7,00 para confirmar a solicitação da mesma.

Brevemente estaremos postando mais novidades. Aguardem.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Comunicado sobre as Carteiras 2011

Devido a ter passado um grande período para se iniciar o processo de carteiras de estudantes, o DCE/UFPB Campus IV vem esclarecer alguns fatos e anunciar algumas medidas sobre estas.

Primeiramente, a Gestão foi prejudicada por não estar no processo de selagem da capital devido ao Procon-JP afirmar que a gestão não era valida e mesmo a justiça determinando e reconhecendo a gestão o processo solicitando para entrarmos no processo está emperrado.

A segunda tentativa foi solicitar a UNE que nos credenciassem para podermos representar a entidade nos processos estaduais e municipais e assim dar início a confecção. Sem nenhuma explicação a entidade não se interessou em receber R$ 0,50 do repasse das carteiras para usarmos seu layout.

E durante o decorrer dessas tentamos via governo do estado derrubar um decreto estadual de 2009 (DECRETO Nº. 30.496 DE 30 DE JULHO DE 2009) que privelegia a UEE e CUC na confecção de carteiras, mas até agora o governador, infelizmente, apenas prometeu e não assinou nem publicou tal alteração.

O DCE Campus IV desistiu dessas vias e está tentando outra forma de confeccionar as carteiras do Litoral Norte. Essa tentativa terá prazo final até próxima quinta-feira, caso não obtenhamos sucesso, lançaremos uma nota indicando outra via para o estudante solicitar sua carteira, pois mesmo se o DCE inicie o processo ainda esse mês há uma grande chance de que essas carteiras cheguem após o vencimento da 2010.

Por enquanto é isso e agradecemos a compreensão de todos.

Obs: a notícia do Informe Já sobre o início do processo pelo DCE Campus I não procede e será retificada no mesmo.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Carteiras 2011

O DCE-UFPB irá começar a receber solicitações de Carteiras de Estudantes. A carteira virá com o layout da UNE (realmente terá validade nacional) e será solicitada através de um site (que não é o da UNE) que estaremos disponibilizando em breve, mas o pagamento será presencial (no DCE) e o estudante terá que levar a solicitação impressa mais a documentação exigida.

Quando o aluno for pagar a carteira ele precisará levar uma Declaração do Curso (carimbado) ou Horário Individual (carimbado), Xerox do RG e CPF, ainda vamos confirmar se a foto será digitalizada no ato da solicitação via web.

Sim, o custo? R$ 7,00! Onde vai valer? Todo canto!

Aguardem mais novidades!

segunda-feira, 21 de março de 2011

TCU descobre que 29% do ProUni não beneficiaram alunos, mas só universidades

BRASÍLIA - O programa Universidade para Todos (ProUni), que concede isenção fiscal em troca de bolsas para estudantes de baixa renda, paga por vagas não preenchidas. Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que 29% das bolsas disponíveis entre 2005 e 2009 - o que equivale a 260 mil vagas - não foram ocupadas. Mesmo assim, as instituições de ensino privadas que participam do ProUni receberam desconto total dos impostos.

Embora já tenha contestado os números e a metodologia de cálculo do TCU, o Ministério da Educação (MEC) admite a distorção. O problema é consequência da lei que criou o ProUni, em 2005.

- Se você me perguntar se eu faria a lei assim, eu diria que não faria - resume o secretário de Educação Superior, Luiz Cláudio Costa.

Para ter direito à isenção fiscal, as universidades só precisam aderir ao programa e oferecer um percentual predeterminado de bolsas. A lei, no entanto, não exige que as vagas sejam preenchidas nem vincula a isenção a níveis mínimos de ocupação.

Nos últimos anos, o TCU realizou ao menos três auditorias no ProUni. O problema da ociosidade foi constatado já em 2008. "Da maneira como o programa está desenhado, as instituições têm recebido toda a isenção fiscal e não têm efetivado todo o benefício previsto", escreveram os auditores.

O TCU concluiu que não há estímulo para as instituições preencherem todas as vagas. Os auditores também entenderam que a falta de fiscalização in loco, por parte do MEC, dá margem a que as universidades manipulem dados e reduzam a oferta de bolsas.


http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/03/12/tcu-descobre-que-29-do-prouni-nao-beneficiaram-alunos-mas-so-universidades-924000459.asp

Servidores da UFPB e UFCG entram em greve dia 28; Assembleia definirá detalhes

Os 3.800 servidores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) devem paralisar as atividades por tempo indeterminado a partir do dia 28, informou o sindicato dos servidores da UFPB. Na próxima terça-feira (22), haverá uma assembleia geral para definir os detalhes da greve. Com o anúncio da paralisação, os estudantes do campus I da UFPB, em João Pessoa, temem ser prejudicados com a decisão da categoria.

Segundo o vice-presidente do sindicato, Gideon Soares, a paralisação da semana que vem será de caratér nacional, motivada pela luta por melhorias salariais e contra a medida do governo federal de privatizar os hospitais universitários.

De acordo com Gideon Soares, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), criada pela Medida Provisória 520, é “uma estratégia do governo para transferir à iniciativa privada a responsabilidade sobre os hospitais universitários brasileiros. Também somos contra a abolição dos concursos públicos, medida também prevista no plano do governo”, afirmou.

O anúncio da greve deixou alunos receosos de não terem acesso aos serviços da UFPB, como o restaurante universitário e a Biblioteca Central. De acordo com a assessoria de imprensa da UFPB, como a paralisação é nacional, a reitoria não tem como se posicionar em relação à greve. Apenas depois que a assembleia da categoria for realizada na próxima terça-feira, é que a reitoria irá estudar a realização de alguma ação em relação à greve.

UFCG

Na Universidade Federal de Campina Grande, o movimento grevista deve alcançar quase 1,7 mil trabalhadores, segundo o Sindicado dos Trabalhadores em Educação Superior das Instituições Federais de Ensino (SINTEF/INTERPB).

No entanto, a adesão à paralisação só acontecerá em uma assembleia da categoria, a ser realizada até o próximo dia 28, data marcada para a greve. “Já fizemos assembleias para discutir o assunto e voltaremos a nos reunir para decidir. Defendemos uma mobilização unificada, não apenas com os servidores das universidades, mas também com outras categorias”, observou o presidente do SINTEF/INTERPB, João Luís dos Santos. Entre as reivindicações da categoria estão a elaboração de tabelas salariais e reajustes, além de investimentos na qualificação profissional para os servidores.

Mesmo com o anúncio da paralisação, a assessoria de imprensa da UFCG informou que o funcionamento da instituição não deve ser alterado, já que a lei determina a manutenção dos 30% dos servidores trabalhando, mesmo em situações de paralisação ou greve decretadas. (Com informações de João Paulo Medeiros)

Jornal da Paraíba